Os Cavaleiros do Zodíaco – Ômega, a nova série com os cavaleiros clássicos e os da nova geração, já é uma realidade. Semana passada, conferimos o primeiro episódio que, de forma surpreendente, conseguiu ser bom e ainda trazer novas ideias em um animê famoso por reciclar os mesmos conceitos. Neste domingo foi ao ar no Japão o segundo episódio. E a dúvida que ficava era: será que a Toei conseguiria manter o mesmo nível da estreia?
Vamos dizer que não apenas manteve, mas foi além.
Não dá, ainda, pra dizer que Ômega é genial. Há animês da nova geração do mesmo nível ou até melhores. Porém, os Cavaleiros de Masami Kurumada nunca foram conhecidos por serem exatamente geniais em seu roteiro. Basicamente, os guerreiros eventualmente se uniam, socavam alguns cavaleiros de segundo escalão enquanto Athena era ameaçada. Depois de algum tempo, Athena se via em uma cilada que poderia tirar sua vida em pouco tempo, obrigando os seus Cavaleiros a enfrentar inimigos mais fortes e, finalmente, o vilão maior – e, no caminho, queimar o cosmo ao extremo, ganhar novos sentidos e até novas armaduras, sem contar as experiências de quase morte.
Neste segundo episódio do novo animê, é possível ver um caminho diferente. Kouga, o novo cavaleiro de Pégaso e protagonista da série, é fraco. Nunca ligou para o treinamento. Isso sem contar a ~morte~ de Seiya de Sagitário logo com três minutos e meio do primeiro capítulo.
E não é só isso. A série sacou da manga um novo local para treinamento dos cavaleiros de Athena. Não é o Santuário, longe disso. É Palaestra, que aparenta ser uma instituição e foi criada por Saori. O local deve ser mais explorado nos próximos episódios.
Bom, hora daquela aviso: a partir de agora, este texto trará spoilers do segundo episódio de Os Cavaleiros do Zodíaco: Ômega. Leia por sua conta e risco!
(E, apenas lembrando, estamos aqui fazendo o review do episódio, e não das notícias à respeito da série ou sobre o que pode acontecer mais para frente).

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